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Lugar de mulher é… nos filmes geek também!

A evolução da representatividade feminina na cultura pop e sua relevância para a igualdade de gênero

A cultura nerd abriu espaço para as mulheres serem representadas no universo fílmico como heroínas. Tendo deixado de lado os papéis de coadjuvantes por conta do patriarcado, as mulheres passaram a protagonizar as histórias nos filmes e empoderar as telespectadoras.

As histórias dos quadrinhos viraram um fenômeno mundial e a representatividade feminina nesse seguimento é uma conquista, vinda de um caminho longo e cheio de obstáculos. 


Credito das fotos: Imagens de divulgação – Marvel Studios

O surgimento da contracultura nerd

Após a Segunda Guerra Mundial, em meados da década de 1950, o conceito de cultura teve uma grande virada. Isso porque, jovens dessa época viveram um momento de pós-crise e o consumo cultural foi incentivado pela mídia e ditou estilos de vida.

Foi nesse período que os nerds, cybers, punks, hippies e outros começaram a se manifestar fora dos conceitos do que era compreendido até então como sendo cultura. Neste contexto, diversas subculturas foram surgindo, entre elas o estilo nerd, que englobava as pessoas que gostavam de hq´s, literaturas e que interagiam pouco socialmente.

Foi por medo do envolvimento dos filhos com o movimento hippie e as drogas disponíveis no momento, que os pais acabaram prendendo seus filhos, os tornando tímidos e “esquisitos”, pode-se dizer assim.

 Aos poucos essa foi se transformando na identidade daqueles que estavam inseridos nesse movimento cultural, chamado de contracultura, e essa relação com o conceito nerd sempre se associou ao gênero masculino deixando em segundo plano a atuação das mulheres que era mínima e reforçando a exclusão social e o preconceito.

O movimento nerd e os filmes: Quando o herói era homem

A indústria da cultura pop evoluiu muito ao longo dos anos e arrecada milhões com filmes, produtos colecionáveis e grandes festivais, como a Comic Com – evento que comemora e uni grande parte desse público com interações, painéis de séries e filmes. 

O grande marco dessa evolução com certeza foi à chegada das sagas de heróis, que saíram dos quadrinhos e foram parar nos cinemas. Isso fortaleceu o movimento, ficando popularmente conhecido e virando os queridinhos das telonas.

No cinema, a maioria dos filmes tinha como centro um herói do gênero masculino, isso desde “Zorro” (1920), “Batman” (HQ 1939), “Capitão Marvel” (1941) e o atual “Shazam”. A produção deste tipo de filme não para e vem consolidando um grande número de fãs ao longo dos anos. Os garotos nerds se viram menos excluídos e representados por esses heróis.

A participação feminina e seus personagens nerds

Com a transformação cultural e grande inserção do conteúdo nerd a participação feminina cresceu também. Muitas mulheres se interessam por esse estilo cultural, mas até hoje é difícil ver a representatividade feminina nesse nicho.

Nos filmes, as mulheres do universo nerd eram representadas por personagens esquisitas, não aceitas socialmente e que no final dos filmes passavam por uma transformação para ficarem bonitas e conquistarem o tão sonhado amor e respeito dos demais.

 O problema era exatamente esse, utilizar as mulheres apenas como interesse romântico ou como um objetivo de beleza, quando na verdade elas queriam muito mais que isso.

De objeto a heroína: Narrativas mais consistentes para elAs

A objetificação feminina é histórica e persiste ainda hoje. Mostrar o corpo da mulher de forma sexualizada, diálogos de personagens femininas falando apenas sobre homens, personagens que servem só como par romântico e para agradar o público masculino é um fato, e retratar o gênero feminino nos cinemas limitando em apenas isso, é uma prática machista. 

É possível perceber que os estúdios estão se preocupando em retratar as mulheres de maneira igual e empoderada, principalmente nas tramas heroicas. “Por muito tempo, as mulheres apareciam apenas como pares românticos dos protagonistas, ou então, quando elas mesmas tinham super-poderes, era de forma bastante sexualizada. Não que isso tenha mudado totalmente, mas agora temos heroínas como Capitã Marvel ou a Mulher-Maravilha, que apesar de ainda apresentarem roupas curtas e justas, ganharam histórias próprias e empoderadas, sem precisar de homens para cumprirem seus papéis de defensoras da humanidade.”, disse Gabriela Zocchi, jornalista da revista Capricho.

Apesar das derrapadas da indústria, já podemos assistir a narrativas mais consistentes para essas personagens, sem interesses românticos ou estereótipos de beleza. Em “Vingadores: Ultimato” por exemplo, vimos um grande elenco feminino e tivemos uma cena só delas, o que empolgou o público nos cinemas, inclusive a mulherada.

Claro que ainda existem questionamentos referente a tempo de cena e desfecho das tramas dessas personagens, mas houve claramente uma preocupação da “Marvel” em explorar mais o gênero feminino de forma respeitosa e diferente.

A hora delas

Em 1941 houve a estreia nos quadrinhos e somente em 1974 o público feminino teve o gostinho de ver uma grande heroína nos cinemas. Mulher- Maravilha chegou e deu o ponta pé inicial, inspirando mulheres do mundo todo.

A personagem foi criada pelo William Moulton Marston, com a intenção de criar um padrão entre crianças e jovens de uma feminilidade forte, livre e corajosa. A ideia era mostrar a igualdade entre o feminino e o masculino.

Credito das fotos: Imagens de divulgação – DC Comics

Atualmente além da “Mulher Maravilha” temos a “Capitã Mavel”, “Alita”, “Super Girl”, “Batwoman”, “Viúva Negra”, entre outras que fortalecem a representatividade e inspiram meninas, mulheres e até os homens, por que não? “Os filmes tem a chance de moldar a cultura e os valores de parte da sociedade. Por isso, é importante retratar mulheres em posições de poder, para todos verem e ser algo considerado normal”, disse Gabriela Zocchi.

A diferença ainda é gritante nos filmes quando temos heroínas, pois os questionamentos e comentários maldosos são triplicados em relação aos heróis, como por exemplo, as críticas sofridas pela atriz Brie Larson (Capitã Marvel), que mesmo tendo uma atuação forte e engajada, sofreu com o preconceito e ouviu pessoas do próprio movimento nerd questionar a necessidade de um filme solo da heroína.

Os números de bilheteria refletem um pouco a questão da resistência do público quando o centro do filme não é um herói de gênero masculino. Comparando o primeiro filme solo da “Mulher-Maravilha” e o primeiro filme solo do herói “Aquaman”, ambos da Dc Comics, vemos maior bilheteria do herói do mar.

Já na Marvel, comparamos o filme solo da “Capitã Marvel” e o segundo filme da nova fase do amigo da vizinhança, “Homem Aranha Longe do Lar”, ambos lançados no mesmo ano. A maior bilheteria ficou para o filme do teioso. 

           A importância da representatividade feminina nos filmes

A representatividade é essencial para o aprendizado do ser humano como sociedade, por isso é importante a geração atual ter inspirações e senso de igualdade, principalmente se for em filmes, séries e animações que prendem a atenção, pois conseguem ter aprendizados com algo que gostam. “Ver mulheres em posição de igualdade com os homens favorece e reforça nas crianças e adultos também, um sentimento de aceitação, de representação, de respeito ao gênero oposto e ao seu próprio”, diz a jornalista do portal Série Maníacos, Vera Tocantins.

Colocar mulheres em destaque abordando temas de responsabilidade social, fazendo mil coisas ao mesmo tempo (como na vida real) e as mostrando poderosas e capazes de mudar o mundo, inspira a sociedade mostrando que todos são iguais.

Por: Jessica Teles

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